quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O Vale da Visão


SENHOR EXCELSO E SANTO, MANSA E HUMILDEMENTE
trouxeste-me ao vale da visão,
    onde das profundezas em que vivo vejo-te nas alturas;
    acossado pelas montanhas do pecado, contemplo tua glória.
Faz-me aprender pelo paradoxo de que
    a vereda para baixo é o caminho para cima,
    ser humilhado é ser exaltado,
    o coração quebrantado é o coração vigoroso,
    o espírito contrito é o espírito exultante,
    a alma arrependida é a alma vitoriosa,
    não ter nada é possuir tudo,
    levar a cruz é cingir a coroa,
    dar é receber,
    o vale é o lugar da visão.
Senhor, de dia pode-se contemplar as estrelas do mais escuro abismo,
    quão mais profundo for, mais fulgurantes cintilam as tuas estrelas;
Faz-me encontrar a tua luz na minha escuridão,
    a tua vida na minha morte,
    o teu gozo no meu pesar,
    a tua graça no meu pecado,
    a tua riqueza na minha pobreza,
    a tua glória no meu vale.
   

Autor: Não informado.
Fonte: The Valley of Vision. Arthur Bennett (org.), The Banner of Truth Trust, 2005, p. xv.
Tradutor: Marcos Vasconcelos

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